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Barralonguense Ausente 2011- cadastro


A Secretaria Municipal de Cultura de Barra Longa está cadastrando os Barralonguenses Ausentes para criar um banco de dados. As informações serão úteis para que a Secretaria possa enviar convites e notícias sobre as festas ou outros eventos que acontecerão em Barra Longa.


Para se cadastrar copie, preencha e envie a ficha abaixo para barralonguenseausente@gmail.com

Informações incompletas não serão consideradas


Permita que esta notícia se espalhe...
Divulgue-a aos barralonguenses ausentes que você conhece






Cadastro Barralonguense Ausente

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Tivemos a grata satisfação em receber contato do escritor Giovanni de Paulo que, generosamente, doou exemplares da segunda edição de seu livro para a Casa da Cultura e também para um novo projeto denominado Saber Itinerante que estamos nos preparando para desenvolver aqui em Piranga.

É uma obra destinada a crianças e adultos, para todos os que gostam de contar e ouvir histórias, com um misto de ficção e encantamento.

Giovanni de Paulo se propõe a contar história, meio ficção, meio biográfica, ilustrada com causos do Caboclo D’água, uma alusão a São Francisco de Assis, ao Pequeno Índio da ilha do Bananal, ao Pantanal do Mato Grosso, e seus amigos, fiéis companheiros de aventuras.

Pequenos seres vivendo a vida, sobretudo a aprender, preparando os futuros adultos. Um Certo Ser trata de muitos mistérios que desvendamos em nossas vidas de crianças e adultos.

Leia. Você vai gostar!







A Educação gera Conhecimento,
Conhecimento gera Sabedoria
e só um povo SÁBIO pode mudar o seu DESTINO.
Samuel Lima



Um bom professor, um bom começo


A base de toda conquista é o professor
A fonte de sabedoria, o professor
Em cada descoberta, cada invenção
Todo bom começo tem um bom professor



No trilho de uma ferrovia
(um bom professor)
No bisturi da cirurgia
(um bom professor)
No tijolo, na olaria, no arranque do motor
Tudo que se cria tem um bom professor



No sonho que se realiza
(um bom professor)
Cada nova ideia tem um professor
O que se aprende, o que se ensina
(um professor)
Uma lição de vida, uma lição de amor





Na nota de uma partitura, no projeto de arquitetura
Em toda teoria, tudo que se inicia
Todo bom começo tem um bom professor
Tem um bom professor





Recebi fotos dos alunos da professora Papi em visita à Casa da Cultura. Que saudade!!!
Esta não é a primeira visita da professora Papi e seus alunos. Eles sempre aparecem por lá e já postei fotos anteriores.

A professora Papi, da E.E Claudionor Lopes, sempre planeja atividades fora da escola e isto sempre me chamou a atenção. Constantemente observava a professora e sua turminha passando pela frente da minha casa, ou seja, minha ex casa, com destino a algum evento ou lugar interessante.

Lembro-me dela com seus alunos na inauguração do BB em Barra Longa... Também com fotos já postadas aqui. Impossível imaginar que crianças poderiam “suportar” um evento como este. E eles estavam lá, à vontade e numa disciplina de fazer inveja a qualquer outro professor.

Ressaltamos aqui também as iniciativas da professora Neuza, da E. E. Padre José Epifânio Gonçalves e da professora Bete, da E. E. Claudionor Lopes, que sempre levam suas turmas de alunos à Casa da Cultura. Os alunos da Escolinha também já apareceram por lá com seus professores e a Edir, que na época era diretora.

Professores que têm uma visão ampla de educação e que não colocam obstáculos aos seus planejamentos merecem aplausos porque “todo bom começo tem um bom professor”...





Clique nas fotos para melhor visualização

Mais fotos serão postadas mais tarde......

Lei Áurea - 123 anos


A escravidão foi a forma de relação social de produção adotada no Brasil desde o período colonial até o final do Império. A escravidão no Brasil é marcada principalmente pelo uso de escravos vindos do continente afriacano, mas é necessário ressaltar que muitos indígenas também foram vítimas desse processo.

Os escravos foram utilizados principalmente na agricultura, na mineração e também em vários tipos de serviços domésticos e/ou urbanos, sendo assim essenciais para a manutenção da economia.

A escravidão só foi oficialmente abolida no Brasil com a assinatura da Lei Áurea em 13 de maio de 1888. No entanto, o trabalho compulsório e o tráfico de pessoas permanecem existindo no Brasil atual, a chamada escravidão moderna, que difere substancialmente da anterior.

Nas letras da lei, a escravidão está extinta, porém em muitos países, principalmente onde a democracia é frágil, há alguns tipos de escravidão, em que mulheres e meninas são capturadas para serem escravas domésticas ou ajudantes para diversos trabalhos. Há ainda o tráfico de mulheres para prostituição forçada em muitos países.

A expressão escravidão moderna possui sentido metafórico, pois não se trata mais de compra ou venda de pessoas. No entanto, os meios de comunicação em geral utilizam a expressão para designar aquelas relações de trabalho nas quais as pessoas são forçadas a exercer uma atividade contra sua vontade, sob ameaça, violência física e psicológica ou outras formas de intimidações. Muitas dessas formas de trabalho são acobertadas pela expressão trabalhos forçados, embora quase sempre impliquem o uso de violência.

A Conatrae – Comissão Nacional Para a Erradicação do Trabalho Escravo, criada em 2003, tem como objetivo coordenar e avaliar a implementação das ações previstas no Plano Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, além de acompanhar a tramitação de projetos de lei no Congresso Nacional e avaliar a proposição de estudos e pesquisas sobre o trabalho escravo no país.

Tem como seus membros representantes dos Ministérios da Agricultura, Trabalho e Emprego, Defesa, Desenvolvimento Agrário, Meio Ambiente, Previdência Social e da Justiça, este por meio dos Departamentos de Polícia Federal e de Polícia Rodoviária Federal. Em conjunto com a representação governamental, compõem a Comissão as Confederações Nacionais da Agricultura e Pecuária e dos Trabalhadores na Agricultura; a Ordem dos Advogados do Brasil, a ONG Repórter Brasil - Organização de Comunicação e Projetos Sociais e as associações representativas dos Juízes Federais, dos Magistrados da Justiça do Trabalho, dos Procuradores da República, dos Procuradores do Trabalho e dos Auditores Fiscais do Trabalho.

Fonte:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Escravid%C3%A3o_no_Brasil

http://www.brasilescola.com/sociologia/escravidao-nos-dias-de-hoje.htm

http://www.direitoshumanos.gov.br/2011/05/13-mai-2011-comissao-nacional-para-a-erradicacao-do-trabalho-escravo-reune-se-em-brasilia-df


No último dia 07/05/2011 a Guarda Mirim do município de Barra Longa/MG realizou uma caminhada ecológica, que não é apenas o andar no meio do mato. Trata-se de um esporte não competitivo, onde cada participante deve colaborar com o companheiro de aventura para que todos superem obstáculos e possam atingir o objetivo da chegada.

A caminhada é a forma mais básica de aventura. O esporte exige ritmo moderado e passada regular, bem devagar: "Queremos nos divertir e não bater recordes."

A Caminhada Ecológica teve como objetivos: despertar o interesse pela prática de atividade física regular, transmitir informações sobre Educação Ambiental, reconhecer o espírito de trabalho em equipe, fortalecer a amizade e respeito pela natureza.

Todo lixo produzido durante a caminhada foi coletado e retornou com o grupo.


Responsáveis:
Sandra de Oliveira /Presidente da GMBL
3º SGT José Carlos Brandão/Chefe de Disciplina
SD João Luis
SD Martins


Agradecimentos:
Aos Guardas Mirins, que apesar de todas as dificuldades, vem participando de todas as atividades programadas; aos pais pela confiança.


Sandra de Oliveira






Dia das Mães - Maio/2011

Imagem extraída do http://siomararodrigues.blogspot.com/


Às Mães

Às Mães que apesar das canseiras, dores e trabalhos, sorriem e riem, felizes, com os filhos amados ao peito, ao colo ou em seu redor; e às que choram, doridas e inconsoláveis, a sua perda física, ou os vêem “perder-se” nos perigos inúmeros da sociedade violenta e desumana em que vivemos;

Às Mães ainda meninas, e às menos jovens, que contra ventos e marés, ultrapassando dificuldades de toda a ordem, têm a valentia de assumir uma gravidez - talvez inoportuna e indesejada – por saberem que a Vida é sempre um Bem Maior e um Dom que não se discute e, muito menos, quando se trata de um filho seu, pequeno ser frágil e indefeso que lhe foi confiado;

Às Mães que souberam sacrificar uma talvez brilhante carreira profissional, para darem prioridade à maternidade e à educação dos seus filhos e às que, quantas vezes precisamente por amor aos filhos, souberam ser firmes e educadoras, dizendo um “não” oportuno e salvador a muitos dos caprichos dos seus filhos adolescentes;

Às Mães precocemente envelhecidas, gastas e doentes, tantas vezes esquecidas de si mesmas e que hoje se sentem mais tristes e magoadas, talvez por não terem um filho que se lembre delas, de as abraçar e beijar...;

Às Mães solitárias, paradas no tempo, não visitadas, não desejadas, e hoje abandonadas num qualquer quarto, num qualquer lar, na cidade ou no campo, e que talvez não tenham hoje, nem uma pessoa amiga que lhes leia ao menos uma carta dum filho...;

Também às Mães que não tendo dado à luz fisicamente, são Mães pelo coração e pelo espírito, pela generosidade e abnegação, para tantos que por mil razões não tiveram outra Mãe...e finalmente, também às Mães queridíssimas que já partiram deste mundo e que por certo repousam já num céu merecido e conquistado a pulso e sacrifício...

A todas as Mães, a todas sem exceção, um Abraço e um Beijo cheios de simpatia e de ternura! E Parabéns, mesmo que ninguém mais vos felicite! E Obrigado, mesmo que ninguém mais vos agradeça!


Texto extraído do http://www.arteducacao.pro.br/homenagem/Mae/mae.htm

Fonte: APFN - Associação Portuguesa de Famílias Numerosas





Dia do Trabalho-Maio/2011

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Sábado, oito da noite e o telefone toca.
Do outro lado da linha Zé Wilson perguntando se não queria escrever um pequeno texto sobre o "Dia do Trabalho", pro Blog da Casa da Cultura de Barra Longa - ele saiu de Barra Longa, mas Barra Longa não saiu de dentro dele.

O Zé estava sabendo que "jogou o sapo na água”: imediatamente soube que partiria dos versos do Gonzaguinha " ... e sem o seu trabalho um homem não tem honra e sem a sua honra se morre e se mata" porque tão importante quanto a dignidade intrinseca do sustento familiar está o desenvolvimento dos valores morais e humanos que o trabalho propicia e fortalece.

Mesmo que dinheiro faça parte da vida e também porque não vou esgotar o assunto, vou escrever sobre o trabalho que faz bem a alma do trabalhador, vou escrever sobre o trabalho no qual o trabalhador se reconhece , vou escrever sobre o trabalho que transcende e se torna um serviço de aproximação do mundo de paz e justiça do qual Jesus nos falou.

É claro que não importa aonde o trabalho é realizado, seja num canteiro de uma horta, seja no balcão de um comércio ou no planejamento de um edifício, seja na agência de um banco ou na construção de um edifício, seja numa escola ou num hospital: sempre seremos seres humanos servindo outros seres humanos e sabemos, portanto se o que fazemos agrada ou desagrada, já que somos iguais para a dor e para a alegria.

Neste viés, impossível não lembrar das palavras de Mário Cortela quando escreveu que "o meu trabalho é a minha obra , aquela através da qual eu me reconheço e as pessoas me reconhecem. Eu sou o que eu faço, seja o livro que escrevo, o jardim que planto, a comida que cozinho..."

A sequencia deste pensamento do Cortella é a necessidade do trabalho ter um sentido, uma razão de ser na qual o trabalhador se identifica. Ele ainda dá o exemplo de um bombeiro que não ganha muito, trabalha cotidianamente em uma atividade que a maioria de nós não gostaríamos, mas sempre volta pra casa de cabeça erguida por causa do sentido que ele vê no seu trabalho, por causa da obra honesta a serviço do outro, independentemente do status desse outro, sua origem social, etnia ou grau de escolaridade.

Precisa dizer mais?

Deluzy (Funcionária BB)



O Mestre na arte da vida faz pouca distinção entre o seu trabalho e o seu lazer, entre a sua mente e o seu corpo, entre a sua educação e a sua recreação, entre o seu amor e a sua religião. Ele dificilmente sabe distinguir um corpo do outro. Ele simplesmente persegue sua visão de excelência em tudo que faz, deixando para os outros a decisão de saber se está trabalhando ou se divertindo. Ele acha que está sempre fazendo as duas coisas simultaneamente. (Texto budista)

Você considera o seu trabalho como castigo ou realização?




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